| 
  • If you are citizen of an European Union member nation, you may not use this service unless you are at least 16 years old.

  • Dokkio Sidebar (from the makers of PBworks) is a Chrome extension that eliminates the need for endless browser tabs. You can search all your online stuff without any extra effort. And Sidebar was #1 on Product Hunt! Check out what people are saying by clicking here.

View
 

grupo10 (2)

Page history last edited by ana.sancho@djoaoii.com 9 years ago

"Nos passos de Magalhães"


Homepage | O autor e o livro | Grupos | Fases da atividade | Tutoriais |


10º B 

Grupo 1 | Grupo 2 | Grupo 3 | Grupo 4 | Grupo 5 | Grupo 6 | Grupo 7 | Grupo 8 | Grupo 9 | Grupo 10 | Grupo 10(2) | 

 

 

 

 

Continuação do Percurso de Gonçalo Cadilhe

 

Atlântico Sul (continuação)

 

Patagónia - Cadilhe passa por aqui, por onde Magalhães também passou e onde encontrou pegadas muito grandes; por isso designou a região por Patagónia, a terra dos "patagões".

 

                                                                                                               Patagónia 

 

 

 

 Ponta de Dungeness - Gonçalo aluga um veículo com tração às quatro rodas, segue por um caminho que não o leva a lado nenhum mas que, por fim, o conduz ao ponto mais desolado da sua vida. Com um frio tremendo e um mau cheiro a algas ou mexilhões, para o autor este lugar é irreal, desumano, vazio de referências.

A ponta de Dungeness é a entrada oriental do Estreito de Magalhães, que hoje tem o nome de Canal do Panamá.

 

                                                      

                                                                 Estreito de Magalhães, hoje chamado Canal do Panamá                             

 

Pacífico

 

Valparaíso - o autor visita a casa de Neruda, um poeta que, segundo Cadilhe, era um menino que nunca cresceu.

A sua casa, La Sebastiana, hoje um museu que se encontra em Valparaíso, no alto de uma das muitas colinas que se enfiam pelo mar adentro. Gonçalo decidiu passar por aqui para descansar durante uns dias, nas tentativa de se abstrair por umas horas do seu projeto sobre a vida de Magalhães. Contudo isso revelou-se um pouco complicado, pois o seu amigo Pablo Neruda não o deixa, devido às suas coleções de mapas antigos, bússolas, berloques e outras coisas que já não existem e que o fazem recordar Magalhães.

Cadilhe refere ainda: "Na semana passada viajei com o capitão Manuel Veja Moro a bordo do cargueiro Navimag, que liga Punta Arenas a Puerto Montt, uma viagem de quatro dias pelas águas dessas terras magalhânicas assinaladas nos mapas de Neruda.".

 

                        

                                           Valparaíso                                                                                       Pablo Neruda                                                         

 

    

                                                            Casa de Pablo Neruda, La Sebastiana, hoje um museu em Valparaíso

 

 

Micronésia - Gonçalo continua a seguir os passos de Magalhães.

 

                                                                           

                                                                                                                           Micronésia

 

 

Guam - o autor desembarca aqui. Passa por: arranha-céus, hotéis, o maior centro comercial K-Markt do mundo, e depois pela infinidade da mesma coisa como Subway, Pizza Hut e outros. Na baía de Umatac, o autocarro onde Cadilhe vai estaciona ao lado do monumento a Magalhães, os turistas tiram fotografias e ouvem a explicação, enquanto Gonçalo pensa: "(...) quantas mais fotografias iriam eles querer tirar, se soubessem que o turista ao lado do monumento de Magalhães é dele conterrâneo, e que está aqui porque anda a seguir-lhe os passos pelo mundo e a escrever sobre ele?". O autor volta para o motel onde está hospedado enquanto espera pelo seu voo para Selan (Filipinas).

 

     

                                                                                                                 Guam

 

Limasawa - a 28 de Março de 1521, a Armada das Molucas chega aqui. Cadilhe está lá perto mas, para lá chegar, apanha um ferry em Cebu. Mais tarde desembarca no porto de Hilongos, na ilha de Leyte, seguindo viagem num autocarro, depois num jeepney e por fim num riquexó artesanal. Chega então à aldeia de Padre Burgos, na extremidade sul da ilha de Leyte, tendo por fim a ilhota de Limasawa à sua frente. O autor refere que tem agora aos seus pés a forma de a alcançar: uma piroga rasa, precária, com barras laterais atadas com cordas, enfim, uma piroga em tudo idêntica às que terão rodeado Magalhães, quando atracou ao largo de Limasawa.

"Desembarco, ou seja, arregaço as calças, salto da piroga para a água, caminho até à margem. Sinto-me num dos lugares mais bonitos do mundo." comenta Gonçalo. Este sobe ao morro que domina toda a ilha e o pequeno mar que a rodeia, pensando em Enrique, que descobre aqui que regressou a casa, e em Magalhães:"que podia ele descobrir aqui?".

Primeiro dia em Limasawa: Cadilhe dirige-se à colina no topo da qual uma cruz recorda uma outra que foi erguida pelos marinheiros de Magalhães, em 1521. O autor decide visitar essa cruz, mas até lá chegar tem de subir 450 degraus. Quando chega, senta-se na colina da cruz e recorda um pequeno episódio que tem origem em Limasawa, que veio ter um significado histórico.                                                                                      

 

                                                                                                                                                        Limasawa

 

                                                                                  

                                                                   Pintura antiga, de dois homens a erguerem uma cruz, hoje presente em Limasawa

 

                                                                                             

                                                                                             Cruz, Limasawa

 

 

 Mactan - esta é uma pequena ilha ao lado de Cebu, a segunda mais importante das Filipinas. E é aqui que se ergue um dos santuários mais visitados das Filipinas, a basílica menor do Santo Menino dos Agostinianos. 

Cadilhe chega a Mactan pouco depois da madrugada. Uma praia pequena em forma de baía, banhada por um lençol de água rodeado de mangues, para o autor é um lugar deprimente, baço, sem contornos. "Apetece-me fechar os olhos e não pensar em nada." comenta.

Gonçalo procura uma sombra e acaba por a encontrar nos três monumentos à batalha de Mactan: uma espécie de obelisco em estilo neoclássico; uma estátua em estilo pop; e a estrutura em estilo palheiros da praia de Mira. É aqui que termina a viagem de Magalhães, pois foi aqui que morreu, com flechas envenenadas que o atingiram nas pernas. Tudo isto aconteceu devido a um certo Lapu-Lapu, que não quis obedecer a Carlos Humabon, e em defesa do rei de Cebu, Magalhães interveio aceitando o desafio proposto por este. Para Cadilhe a viagem também termina aqui: "É tempo de voltar para o hotel, fazer as malas, apanhar um táxi para o aeroporto. É tempo de regressar a casa.".

 

                                    

                                                Mactan                                                                        Basílica menor do Santo Menino dos Agostinianos

 

 

                                                                   

                                              Obelisco em Estilo Neoclássico                                                               Estátua em Estilo Pop

 

                                                                            

                                                                                            Estrutura em Estilo Palheiro, Praia da Mira 

 

 

 

                                                            Fim do Percurso de Gonçalo Cadilhe nos Passos de Fernão Magalhães

 

                                                                                                                                

                                                                                                                Gonçalo Cadilhe

 

                                                                          

                                                                                                         Fernão de Magalhães

 

 

 

 

 

 

 

 

Comments (0)

You don't have permission to comment on this page.